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Em plena era das cores e suas apresentações, o meio das produções gráficas vive em constante e renovado estado de inovação e implementações. No caso das embalagens, independente do processo utilizado em sua reprodução final, podemos observar o quanto e quão diretamente as mudanças acontecem. Temos visto alterações de design simples, e outras um tanto ousadas quanto a radical forma de encarar uma nova realidade de mercado, quer para ajustar-se as novas e constantes tendências, quer para manter-se em um espaço comercial anteriormente conquistado e ora ameaçado por um concorrente diferenciado em sua concepção de atuação e de apresentação de seus produtos via suas embalagens.
Os designers encaram um grande desafio e que felizmente têm vencido muito bem, que é o fato de mudar ou alterar criações, muitas vezes com os prazos já limitados por campanhas e necessidades além da permissão que gostariam de dar aos seus respectivos sensos criativos, visando algo ainda maior e em prol da sempre importante satisfação do cliente.
As gráficas por sua vez, entram no desafio apoiando os designers, em suas várias categorias, em um complemento sequencial e acompanhando o ritmo cadenciado e imposto pelas demandas estabelecidas. Hoje a embalagem pede o Vermelho, amanhã o Azul está dominando, posteriormente o Verde entra em cena e assim se sucedem sequências de mudanças de cores, seguidas por tendências de marcas, tipos de fontes, ora mais leves, muitas vezes mais pesadas ou ainda mais artísticas. Assim segue a área criativa, um “trem” em aceleração constante e pronto a mudar de uma linha para outra, sem no entanto desacelerar ou muito menos retroceder, pois os que não querem inovar, fatalmente estão fadados a ficar em alguma “estação” pelo caminho longo e contínuo da criatividade, da inovação e do querer ter e ser diferente para mudar opções, realidades e porque não, situações, sendo que neste amplo, extenso e maravilhoso ambiente da embalagem, devemos estar sempre atentos para não errar no quesito do surpreender e estar a frente, e desta forma, crendo neste ponto de vista é que estamos prontos a perguntar: Com que roupa eu vou? Ou melhor, qual a “roupagem” ou padronagem, a minha, a sua, a nossa embalagem de todos os dias deve “vestir”? Dos nossos produtos preferidos como consumistas, mesmo ainda aqueles que quando mudam para uma “roupa” melhor e mais adequada, o nosso conservadorismo muitas vezes falando mais alto diz: “Eu gostava mais desta embalagem antes!”.
Viva a renovação! Obrigado aos designers e as gráficas por encararem o desafio maior de mudar e continuarem mesmo sob os protestos dos que não querem aceitar as novas cores das novas “roupas”.
Fonte:
Autor: José Ezio Pozzetti Junior é gerente do departamento de Desenvolvimento de Embalagens e Pré-Impressão da CentralPack Embalagens Ltda. - 45 2103-1500
Publicação: 24/08/2009
Tópico: Gerenciamento
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